Ar Comprimido

Garantindo a operação ininterrupta no tratamento de efluentes.

 

A indústria de celulose e papel é um dos usuários mais significativos de água dentro da economia industrial mundial, exigindo em média 54 metros cúbicos de água por tonelada métrica de produto final. Como a água é utilizada em quase todos os passos dos processos de fabricação, as usinas de papel e celulose produzem grandes volumes de efluentes.

A lista de potenciais poluentes da água, associados aos processos operacionais incluem sedimentos, haletos orgânicos, compostos orgânicos clorados e contaminantes de demanda química de oxigênio (DQO) e de oxigênio biológico (DBO).

De acordo com especialistas da indústria, cerca de 85% da água utilizada na indústria de papel e celulose é utilizada como água de processo, resultando em grandes volumes contaminados e exigindo o uso de soluções de tratamento de águas residuais no local. As opções incluem tratamento primário, para remover sólidos e partículas, e processos de tratamento biológico secundário para remoção de matéria orgânica biodegradável e redução da toxicidade do efluente.

Neste sentido, quando é necessária a manutenção anual, típica de uma indústria de papel e celulose, a interrupção temporária no fornecimento de ar comprimido se torna um desafio a ser superado para o sistema de tratamento de efluentes.

Os microrganismos utilizados para purificar a água industrial durante o tratamento precisam de um fornecimento constante de ar para se manter vivos.

Neste sentido, a locação de uma solução customizada de ar comprimido tem se mostrado uma saída inteligente, com casos bem-sucedidos em diversas plantas produtivas pelo mundo, incluindo a América do Sul.

Um equipamento com uso crescente neste tipo de projeto, é o compressor de ar portátil modelo PTS 916, da Atlas Copco Rental. Isso porque reúne duas características muito desejáveis para aplicações em ETEs:

– Ar comprimido 100% isento de óleo, padrão classe zero, conforme a norma ISO 8573-1.

– Capacidade de customização da pressão e vazão, que no caso específico de tanques de aeração precisa ser mais baixa do que para um fornecimento de ar comprimido para processos por exemplo. Tipicamente, uma pressão de saída de 4 Bar é a mais indicada para manter a água oxigenada e os micro-organismos em plena produtividade.

A crescente escassez de água e a maior conscientização associada à conservação deste precioso recurso, estão levando mais fabricantes industriais a explorar a reciclagem de água dentro das instalações – uma estratégia que também reduz os volumes de efluentes das águas residuais.

Legenda: Vista aérea dos tanques de aeração na Papeles Cordillera, uma das maiores indústrias de papel e celulose no Chile.

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