Ar Comprimido

Ar comprimido aumenta a eficiência na manutenção de indústrias de papel e celulose.

Paradas programadas de manutenção são essenciais em vários ramos da indústria. Elas garantem que a produção não seja comprometida em momentos indesejáveis e inesperados, assim como aumentam a vida útil dos equipamentos. Mas mesmo quando é feita com planejamento antecipado e no momento mais oportuno, qualquer interrupção significa dinheiro. Deste modo, é sempre foco de todo projeto de manutenção pró-ativa, realizá-la do modo mais rápido e eficiente possível.

Conforme já vimos em outro post, a locação de soluções especializadas pode contribuir muito para que se alcance esta meta.

Vejamos por exemplo o caso da empresa chilena Cartulinas CMPC, fabricante de 450.000 toneladas/ano de papel cartão para uso em embalagens.

Planta da CMPC no Chile Planta da CMPC no Chile
Como toda típica indústria de papel e celulose, a CMPC precisa de uma parada anual programada para a manutenção de maquinários como linha de fibras e secagem.

Isto inclui a própria manutenção do sistema de geração de ar comprimido, o que demanda uma solução temporária de back-up, pois mesmo durante a parada, diversos equipamentos ainda continuam demandando este recurso.

Antes do retorno à operação, as tubulações precisam ser totalmente secas, pois a menor presença de umidade pode alterar a qualidade do produto final e provocar corrosão no sistema.

Com o surgimento de novos equipamentos e opções de locação, a secagem de tubulações através de ar comprimido tratado tem se tornado uma opção mais econômica do que outros sistemas, como o vácuo por exemplo, além do que permitem reduzir significativamente o tempo do processo.

Novas gerações de secadores por adsorção conseguem atingir pontos de orvalho tão baixos quanto -70oC, sem aquecimento interno e com alta eficiência energética (perda de carga inferior a 0,2 bar). Compressores de ar portáteis para locação já possibilitam a customização de projetos que vão desde média pressão (0,5 a 10 bar) até alta pressão, chegando a 24 bar.

Isto traz ao sistema de locação uma flexibilidade e agilidade muito grandes para montar soluções sob demanda e ao mesmo tempo customizadas. Podemos por exemplo, comparar o caso da CMPC, onde foram utilizados compressores de média pressão, com o da Mondi, outra grande empresa do setor de papel e celulose e que pela primeira vez em mais de 30 anos aplicou uma solução de alta pressão na secagem da tubulação de uma de suas maiores plantas, situada na África do Sul. Os resultados muito superiores aos métodos anteriores tornaram esse procedimento padrão nas manutenções subsequentes.

Fábrica da Mondi na África do Sul: testou e adotou o ar de alta pressão em definitivo. Fábrica da Mondi na África do Sul: testou e adotou o ar de alta pressão em definitivo.
Tendo em vista as múltiplas necessidades do ar comprimido numa operação de manutenção, a opção pela locação de compressores se torna a mais racional, pois é possível combinar todo o fornecimento necessário de forma planejada, atendendo à demanda sob medida e economizando o máximo de combustível.

Outro detalhe importante, é que o ar utilizado não pode ser de compressores convencionais, lubrificados, pois ele sempre carrega contaminação de óleo na forma de aerossóis, vapor ou até mesmo gotículas. Em se tratando de produtos à base de papel, uma contaminação por óleo pode ser desastrosa.

Fornecedores como a Atlas Copco Rental se especializaram no projeto de equipamentos que atendam a todas essas particularidades e outras mais, como a redução de ruídos por exemplo.

São equipamentos pensados para serem transportados e ativados rapidamente, em qualquer local que a fábrica tenha disponível, sem grandes necessidades de preparação prévia. Esta é uma necessidade não apenas para o setor de papel e celulose, mas também para toda indústria com maquinário de grande porte sujeito a intensa temperatura, umidade e ataque químico.

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